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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu nesta quinta-feira sua política de reativação da economia ao afirmar que o povo americano assiste ao "início do fim" da crise econômica.
Em um discurso pronunciado no subúrbio de Washington, para apoiar o candidato democrata ao governo da Virgínia, Obama retomou o vigor da campanha presidencial para defender seu plano de relançamento da economia, de US$ 787 bilhões.
"É muito provável que estejamos caminhando para assistir ao início do fim da recessão", disse o presidente, ao citar suas medidas para combater o desemprego.
Os números sobre o desemprego serão publicados nesta sexta-feira e os especialistas antecipam uma taxa de 9,6%, algo sem precedentes em 26 anos. Ao rebater as críticas de seus adversários republicanos, Obama lembrou que "esta crise foi gerada há vários anos. Não começou no mês passado. A crise bancária não começou no meu mandato, que a verdade seja dita".
O presidente se referia a seu predecessor, o republicano George W. Bush. O bureau de orçamento do Congresso informou nesta quinta-feira que o déficit no orçamento dos Estados Unidos atingiu US$ 1,3 trilhão em julho, sobre os dez primeiros meses do exercício em curso, que termina no dia 30 de setembro.
A cifra é superior aos US$ 880 bilhões de déficit que registrava o orçamento no mesmo período do ano anterior. Os republicanos afirmam que o plano de estímulo à economia de Obama apenas aumenta o déficit e não gera empregos.

 

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