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Começa a operar nesta segunda-feira o fundo de compensação econômica de US$ 20 bilhões para as vítimas do derramamento de petróleo da BP no Golfo do México, em meio a acusações de que as regras estabelecidas pelo administrador, Kenneth Feinberg, são injustas.

Feinberg disse que aqueles que tiveram perdas financeiras por causa do vazamento poderiam exigir compensações por danos e prometeu um tratamento mais generoso aos demandantes do que receberiam se processassem a petrolífera britânica.

"A meta aqui é tentar explicar àqueles que se enquadram entre os demandantes", afirmou Feinberg. "Não é de seu interesse se embrenhar em um tribunal durante anos de um litígio extenso e incerto quando há uma alternativa mais eficiente e rápida", disse o executivo neste domingo.

"A meta será pagar qualquer reivindicação individual cerca de 48 horas depois de finalizada a solicitação e sete dias depois de qualquer petição referente a empresas", afirmou.

A BP criou o fundo em junho, sob pressão da Casa Branca para que encontrasse uma solução para as perdas sofridas por vários setores, principalmente o turismo e pesca, na região do Golfo por causa do vazamento de petróleo, que começou em abril e foi estancado em julho.

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