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O presidente-executivo da BM&FBovespa, Edemir Pinto, avaliou nesta quarta-feira como positiva a decisão do governo de taxar as operações com recibos de ações de empresas brasileiras negociados no exterior.

"Isso mostra que o governo está atento às distorções que haviam sido causadas", disse o executivo.

Ele acrescentou que agora espera que o governo esteja atento também aos efeitos do IOF anunciado em outubro sobre as ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) e sobre as operações follow-on.

O governo decidiu nesta quarta-feira taxar com alíquota de 1,5% as operações com recibos de ações brasileiras no exterior com o objetivo de restringir a migração de investidores do mercado local depois da cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

 

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