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O banco suíço UBS não espera reaver os ativos de clientes ricos em um futuro próximo e sofre para reconstruir sua reputação após envolver-se em questões fiscais nos Estados Unidos, mesmo com uma ligeira melhora de sua performance, segundo balanço divulgado nesta terça-feira.

Despesas contábeis maiores do que o esperado provocaram o quarto prejuízo trimestral consecutivo do UBS, com saques líquidos de 36,6 bilhões de francos suíços (US$ 35,81 bilhões) nas divisões de gestão de riquezas e de ativos.

O prejuízo líquido do UBS foi de 564 milhões de francos suíços, menos que a perda de 1,4 bilhão de francos registrada no segundo trimestre, mas mais que a previsão média de analistas, de 207 milhões de francos.

O resultado do UBS contrasta com os lucros estelares de outros bancos europeus, como o Credit Suisse e o Deutsche Bank , que aproveitaram a recuperação da atividade de banco de investimento enquanto o UBS encolhia suas operações.

Às 9h55 (horário de Brasília), as ações do UBS despencavam 8,18%, para 15,93 francos suíços.

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