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O noticiário corporativo domina a pauta externa desta semana relativamente fraca em indicadores econômicos, mas dividirá o foco das atenções com dicurso do presidente do Federal Reserve (FED) no Congresso dos Estados Unidos. Na cena local, os holofotes estarão sob a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
Nomes como American Express, Apple, Boeing, Caterpillar, Coca-Cola, DuPont, McDonald's, Microsoft e 3M informam seus balanços até sexta-feira, ajudando a mostrar como está a saúde da economia americana.
Nesta segunda-feira, a agenda corporativa traz os números da Texas Instruments, mas os investidores devem repercutir ainda o acordo de resgate que o CIT Group assinou com um grupo de acionistas no valor de US$ 3 bilhões, conforme uma pessoa próxima das negociações.
No front macroeconômico internacional, o destaque nesta segunda-feira fica para os indicadores antecedentes de junho nos EUA às 11h (de Brasília), com poucos números relevantes previstos para os próximos dias, entre eles a confiança do consumidor em julho apurada pela Universidade de Michigan, na sexta-feira.
Os testemunhos do presidente do EDd, Ben Bernanke, no Congresso, na terça-feira e na quarta-feira, contudo, serão acompanhados atentamente. Ele falará sobre as perspectivas econômicas e a política monetária dos EUA.
No Brasil, o principal evento é a decisão do Banco Central para a taxa Selic, atualmente em 9,25%, após o término da reunião de dois dias do Copom na quarta-feira. De 34 analistas consultados pela Reuters, 32 esperam uma queda de 0,50 ponto. Tão importante quanto o tamanho da corte será o comunicado que acompanhará a decisão.
Nesta segunda-feira, a agenda doméstica traz as divulgações tradicionais, como a pesquisa Focus do BC, com projeções para o Produto Interno Bruto (PIB), inflação, câmbio e Selic, entre outras; e o comportamento semanal da balança comercial brasileira; e a confiança do empresariado pesquisada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Nos próximos dias, devem ser monitorados prévias de importantes indicadores de inflação, bem como dados de emprego e informações sobre as contas públicas.
Na cena corporativa, os investidores devem repercutir o resultado da VCP divulgado após o fechamento dos mercados na sexta-feira. A empresa anunciou lucro líquido de R$ 533 milhões no segundo trimestre, ante lucro de R$ 135 milhões um ano antes. Também a Natura publicou resultados no domingo, com alta de quase 20% no lucro do trimestre passado.

 

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