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A semana termina com as atenções voltadas para as declarações do chairman do Federal Reserve (FED, o banco central americano), Ben Bernanke, na conferência do FED de Kansas City, em Jackson Hole.
A expectativa é de que Bernanke fale sobre a crise financeira, em discurso previsto para 11h (horário de Brasília).
Antes disso, dados do setor imobiliário dos Estados Unidos devem ocupar os holofotes, com a divulgação das vendas de moradias usadas.
Na Europa, os dados dos setores manufatureiro e de serviços vieram positivos, mas praticamente não repercutiam nas bolsas.
O índice combinado do setor de serviços e do manufatureiro da zona do euro atingiu pico em 15 meses, a 50,0 em agosto, exatamente na linha que divide o crescimento da contração, ante 47,0 em julho e previsão de analistas de 48,1. O da Alemanha voltou a crescer após 11 meses de queda.
O índice de bolsas da região subia 1,18% na manhã, com os ganhos de bancos, depois de o UBS dizer ver uma forte recuperação no mercado de administração de riquezas da Austrália.
Na Ásia, por outro lado, Tóquio caiu 1,40%. Hong Kong, Cingapura, Sydney e Taiwan também fecharam em queda, com os investidores cautelosos sobre dados mistos nos Estados Unidos. Já Xangai subiu 1,69%.
Na cena doméstica, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou nova deflação na segunda prévia do IGP-M de agosto, de 0,46%, ante queda de 0,27% em igual período de julho.

 

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