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Cerca de 20 empresas brasileiras estão preparando ofertas de ações primárias, secundárias ou iniciais estimadas em mais de R$ 10 bilhões, em operações de ao menos R$ 500 milhões cada.

O JPMorgan é visto como coordenador-líder para muitas dessas emissões, em parceria com o Itaú BBA.
Os setores que devem captar recursos no mercado acionário incluem o imobiliário, já que grandes construtoras estão enfrentando dificuldade em recorrer aos mercados de dívida.
Estão crescendo as expectativas de que a Cyrela se junte às empresas interessadas em realizar uma oferta de ações.
As ofertas recentes de ações no Brasil são uma clara indicação de que o mercado melhorou, mas ainda está longe de voltar aos níveis de 2007, quando as emissões movimentaram cerca de R$ 67,3 bilhões em um ano recorde.
Até agora em 2009, segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as ofertas primárias no Brasil tiveram giro de R$ 1,6 bilhão, enquanto as secundárias movimentaram R$ 12,1 bilhões.

 

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