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A safra de balanços permanece sob os holofotes do mercado, mas a agenda doméstica reserva para esta quinta-feira a principal divulgação da semana: a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), quando a Selic foi reduzida para 8,75% ao ano.
A expectativa é de que o documento ratifique a leitura de que o corte encerrou o ciclo de alívio monetário, que reduziu a taxa básica de juros do país em 5 pontos percentuais desde o início do ano.
O foco ficará nas razões por que o BC avalia que a taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a convergência da inflação para as metas ao longo do horizonte relevante, bem como para a recuperação não inflacionária da atividade econômica.
Mais cedo, a FGV informou uma deflação acima do esperado no IGP-M de julho, de 0,43%.
Nos Estados Unidos, em uma sessão de poucos indicadores, apenas com os pedidos semanais de auxílio-desemprego na pauta, o foco deve ficar sobre os resultados de Exxon Mobil, Goodyear, Kellogg e Motorola, um dia antes da divulgação do PIB americano do segundo trimestre.
Na Europa, dados melhores sobre a confiança econômica da zona do euro e queda no desemprego na Alemanha para 8,3% corroboravam o viés positivo dos mercados nesta jornada. Tanto os índices futuros em Wall Street registravam valorização como as bolsas européias.

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